Na Vítima não há VIDA, sai daí...

Entrar no lugar de “coitadinha de mim” é soltar as rédeas da própria vida.


Você já se sentiu como "coitadinha de mim”?


Sabe quando a gente acha que a vida é muito dura e só vai melhorar quando a política mudar, a educação for de primeira...


ou a culpa é do nosso pais que é de terceiro mundo, e vem falas mentais:

"se eu mudar de país, pode ser que melhore,"

"aah mas já nasci aqui mesmo"

"brasileiro é mal visto"


"Quero sair pra correr, mas o tempo não ajuda..."

"Só engordo, a culpa é dos doces que são muito gostosos..."

"A culpa é da ansiedade..."

"Só quando a pandemia passar eu vou ser feliz"



Já ouviu essas falas aí dentro de você? Ou nas pessoas?


Estas são falas da atitude da VÍTIMA.


Quando a gente coloca a responsabilidade no outro pela nossa vida, ficamos fracos e sem ação.


Observe em quais momentos você se coloca nesta atitude e experimente para de reclamar.


Porque a reclamação alimenta a fome da vítima e você continua alí naquele redemoinho.


Para sair, é preciso tomar consciência e calar a reclamação.




A atitude da vítima suga nossa energia e a gente entra nela o tempo todo porque é bem visto pela sociedade.

Vou clarear essa ideia aqui, para que a gente possa tomar consciência de quando estamos entrando nessa atitude de vítima.


E perceber como isso reverbera na nossa vida.


Eu te pergunto:

Quando você se coloca na atitude de vítima??


Vai pensando aí, mas já te digo que estamos na vítima quando a gente culpa alguém ou algo pelo que não gostamos na nossa vida.


Quando você se faz estas perguntas, onde está colocando a culpa?


Minha vida é ruim porque?

É culpa de quem?


Minha saúde está ruim porque?


"Choveu e eu não pude correr,

Não tenho tempo para cozinhar comida saudável,

Tenho que tomar cerveja pra relaxar."


Percebe que acabo colocando a responsabilidade no tempo, na chuva que me impede e não assumo que eu posso correr em casa, no lugar se eu quiser.


Quais são as "falas" que estão existindo em você para justificar uma situação indesejada da sua vida?



Eu, Laís, colocava a culpa da minha má digestão no glúten.

Falava: "o glúten me faz mal, ele é terrível, eu como e minha barriga incha na hora..."

Ficava me lamentando.


Não assumia a minha parte da responsabilidade, que é reconhecer que faz mal, então poder decidir não comer.


Mas enquanto estou na atitude de vítima não reconheço, fico nesse blá blá blá mental.


Percebe?



Então, bora reconhecer quando estamos na atitude de vítima para poder sair dela!

Experimente fazer uma LISTA com vários momentos onde você está na atitude de vítima.


Vou citar aqui algumas possibilidades, mas pare feche os olhos e se perceba, pode ser que você se identifique com algumas destas atitudes e podem ser muito mais!


  • Vítima do trânsito

  • vítima do vírus

  • vítima da chuva ou do sol

  • vítima da balança, do peso

  • vítima da comida

  • vítima dos políticos

  • vítima da sujeira da casa

  • vítima das pessoas que não me reconhecem

  • vítima dos meus pais que não foram bons

  • Vítima do companheiro ou da falta dele (quando eu estiver com alguém vou me cuidar)

  • vítima da casa (quando eu estiver numa casa com mais espaço vou fazer atividade física)


Tomar consciência dos momentos em que estamos na atitude de vítima é fundamental para poder sair dela.



Olha o rolo que fazemos...


Colocamos a culpa da realidade que a gente não gosta em algo ou alguém, nos fazemos de vítima e almejamos uma situação ideal que ainda não existe.


Que quando eu alcance essa situação estarei feliz e satisfeita. (leia sobre insatisfação)


Mas se eu fico na vítima, não vou sair do lugar. Porque, como diz a Claudia Boatti: ”a vítima já perdeu.”


Ela desiste do jogo.


Ela não tem forças.


Então almejamos algo que nos gere satisfação, mas não saímos do lugar e piro ficamos sofrendo e reclamando.


Terrível, né? O pior é que fazemos isso diretooo.



Essa semana eu fiquei incomodada por que minha casa estava meio bagunçada, e eu ficava ruminando os pensamentos: “a casa está bagunçada, nossa podia chamar um faxineira pra dar uma ordem, ah eu não era assim, porque que a casa está bagunçada"


Toda hora que eu via uma coisa fora do lugar, vinha o pensamento: "a casa está bagunçada".


Aí eu me dei conta de que estava na atitude de vítima total e não tinha força de ação.

Reconheci isso e fiz um movimento dos movimentos essenciais para me tirar deste lugar. Percebi que mudou minha vibração, já me deu um "gás", coloquei uma musica e fui arrumar o que estava fora do lugar.


Pronto, resolvi.



Só que como é bem visto pela sociedade esse lugar de “coitadinho de mim” a gente fica ali, reclamando, reclamando, reclamando…


Numa fila do banco ou no elevador, é comum as pessoas falarem o que está ruim…

às vezes tem até competição de qual pessoa está com a tragédia pior.


Quando eu era mais nova, fazia serviço de banco para a empresa da minha mãe, ficava horas ali na fila do banco e as pessoas reclamavam de tudo, era impressionante.


  • "Ah, tô com dor nas costas"

  • "Ah está chovendo"

  • "AH está calor"

  • "Ah minha mãe está doente"


Já passou por isso?



Vamos um pouco mais fundo...


O Fernando Massignan, um amigo, citou na live sobre insatisfação da semana passada, que a vítima é o lugar da Dor elegante, mas no fundo esta pessoa é manipuladora.


Secretamente, a vítima quer que o outro faça por ela aquilo que ela não quer fazer por si mesma.

Quando não fazemos, não assumimos a nossa vida, não estamos inteiros ali.


Bom, esse é mais um véu que podemos tirar na nossa frente e entrar em contato com a realidade…


Eu me incluo reconhecendo que muitas vezes entro na atitude de vítima e acredito que a gente pode crescer juntos, trazendo essa consciência pro coletivo.


Pra apoiar nesse processo gravei um vídeo com uma prática pra gente assumir nossa parte da responsabilidade e sair da vítima.





Que a partir de de cada um de nós possamos estar mais inteiros e presentes, assumindo nossa responsabilidade na vida.


Construindo um mundo mais vivo a partir de nós.


Se fez sentido pra vc, deixa seu coração e encaminha pra alguém que possa ser beneficiado!


Com amor,


Laís




A Vítima na Minha Vida

Já me coloquei na atitude de vítima de diversas formas: vítima da balança, do dinheiro, da sociedade, mas a pior foi me sentir vítima da Vida…


Como vítima da Vida eu ficava estática, sem ação e só me restava chorar.


Imagine pensar que a Vida está contra mim, que Deus fez tudo para que a minha vida fosse ruim, e que nada dá certo…


Nossa, que dramática eu era.


Me colocava no lugar de “coitadinha de mim”.

O pior é que eu realmente achava que era o fim do mundo.


E não tinha forças para agir de outra maneira.



Você já se percebeu assim?


Nem sei como eu saí daquele buraco.



Hoje reconheço o preço que eu paguei por ficar nesse “lugar” e quanto essa atitude de vítima tira minha dignidade.


Quando assumo minha responsabilidade pela vida, fico mais preenchida e inteira.


Claro que a Vida vai trazer desafios, mas ao invés de me esquivar lamentando, experimento olhar de frente.


Reconheço que a Vida é uma energia Benigna que sempre traz o que é melhor para o nosso crescimento.


Ah, super escorrego neste buraco da vítima, como é fácil cair nele…


O que faço é estar atenta para sair dele com mais rapidez.


Como é para você?

Se percebe nestes buracos?


Comenta aqui…


Crescemos juntos!





“Atitude de Vítima é o que mais densifica nossa vibração” Claudia Boatti, criadora dos Movimentos Essenciais. Fazemos “movimentos” para nos tirar da atitude de vítima e assim elevar nossa frequência vibracional.

É super interessante perceber o que acontece no Corpo:


  • quando estamos na vítima, ficamos sem força, as pernas bambas, o corpo mole...

  • quando saímos da vitima os pés ficam mais firmes no chão, é como se nos sentíssemos mais preenchidos, com força e vitalidade, mais presença


Se você quiser experimentar este e outros movimentos, venha para o Grupos de Estudos de Movimentos Essenciais online…


Vai começar dia 06/05/21 às 19h.


Ah, você também pode fazer individualmente online comigo.


Pra saber mais, me mande um direct ou whatsapp!


Com amor,


Laís




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