Com os pensamentos presos no passado, a gente não VIVE a realidade do agora.

Pensamentos de como poderia ter sido melhor, ou vontade de voltar a viver como era antes, ou ainda se culpando pelas atitudes que teve no passado nos fazem viajar no tempo e querer viver em mundo que já existiu e já acabou.


Mas em algum lugar nossa mente acredita que pode voltar lá e mudar tudo, já que ela fica tagarelando o tempo todo.


Refazendo o filme do passado nas imagens mentais.


Você já percebeu isso?


O pior é que muitas vezes a mente fica remoendo o passado com um chicote nas mãos.


Além de rever as imagens do passado, ainda fica se julgando, se culpando, porque queria que fosse diferente.


Como se fossem estes programas sensacionalistas que ficam mostrando imagens terríveis do ocorrido, buscando culpados, mas as imagens se repetem e não chegam a lugar nenhum.


Como é isso?


Como nosso corpo?


Como fica nossa qualidade de presença?


É como se a gente fosse se levando para baixo.


A verdade é que fugimos da realidade buscando um passado ideal ou justificativas que comprovem a minha insatisfação no presente.


No fundo, a gente não está vivendo o presente.


Como é se dar conta disso?



Três grandes fatores que prendem a gente no passado


Experimente assistir este vídeo e perceber como é isso na sua vida...


Qual destes você se identifica mais? Como é isso na sua vida? Conte aqui





Meditação para ficar em paz com o passado

Quando aquelas imagens do passado ficam voltando é sinal de que ainda precisamos acolher o que aconteceu em nosso coração.


Se ainda estamos brigando com a situação, ela fica voltando o tempo todo.


Se você tem uma situação assim na sua vida, experimente fazer esta meditação:





Minha história, presa no passado

Tive 3 momentos de depressão na minha vida, fiz tratamento terapêutico e com remédios. Na teoria a depressão está ligada a lamentações do passado, mas eu não conseguia perceber isso na época…

Ainda mais que a minha depressão era misturada com ansiedade.

Sofrendo com o passado e com o futuro.

A verdade é que eu não conseguia estar no Presente.

Hoje me dou conta de que eu não sofria com um passado distante, sofria com o que tinha acabado de acontecer.

Por exemplo, se eu dava uma resposta para a professora, ficava pensando que poderia ter falado de outra forma, ou assim, ou assado.

Ou se eu ligava para um cara que eu estava ficando, depois que desligava o telefone, eu ficava me lamentando, “porque tinha feito aquilo”, “que ridícula”, “deveria ter fingido que não estava afim.”

Inclusive se eu comprava um sapato novo, depois ficava me questionando se deveria ter comprado mesmo, se eu iria usar, “será que a vendedora me iludiu?”

Ou se eu comia um doce,, depois ficava brava comigo mesma por ter feito aquilo, dizendo internamente: “você vai engordar”, “isso faz mal”, “não coma porcarias"...

Você já percebeu pensamentos assim na sua vida??

Claro que tem as lamentações mais profundas, quando se tratam de traumas ou dores vividas…

Nos momentos de depressão profunda até me questionava porque tinha nascido, ou porque estava viva. Nem gosto de lembrar disso.

Mas enfim, eis aí uma parte da minha história, e dos meus desafios.

Hoje percebo que estou um pouco mais consciente desses pensamentos.

Em algumas áreas da vida é super fácil de soltar o passado e voltar para o presente, em outras áreas é mais desafiador.

Como é para você? Me conta aqui…

Beijo

Laís






Quando a gente percebe que está preso ao passado com pensamentos repetidos, é sinal de que podemos pedir ajuda.

A ladainha mental vai querer continuar nesse “lugar” como se ficasse presa num redemoinho e não consegue sair dali sozinha.

Podemos pedir ajuda terapêutica.

Eu gosto muito da visão sistêmica das Constelações Familiares e dos Movimentos Essenciais.

A Experiência Somática que é outra especialidade minha atua na cura de traumas do passado como acidentes, cirurgias, abusos, quedas, e traz mais presença no corpo.

É assim que eu trabalho nos atendimentos Online e presenciais.

Para saber sobre as consultas, me envie um whatsapp.

Com amor,

Laís


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